sábado
quinta-feira
RIP - 5 Novembro de 2009
Divagações de
Munita
às
20:24
sexta-feira
quarta-feira
.

"Não tenho nada nas mãos para te dar...apenas tenho a vontade de as poisar lentamente na tua tristeza e afastá-la de tí....sem perguntas ,sem respostas ...apenas com um inocente sorriso de alguém que não sabe o que procura,não sabe o que quer,não sabe para onde caminhar,não sabe como enganar o destino...Apenas sei que se um dia te vir chorar vou beijar a primeira lágrima que cair do teu olhar...só porque adoro ver-te sorrir."
Algures no tempo,
de viagem...
Divagações de
Munita
às
22:30
http://umamoratrevido.blogspot.com/
Divagações de
Munita
às
22:24
domingo
Vergílio Ferreira, in "Contos"
Divagações de
Munita
às
22:04
sexta-feira
Lugar nenhum
Acordo em lugar nenhum
Apanho a roupa do chao
Em solidao
Da-me a tua mao
O sonho meu
La fora o sol encandeia
Aqui em lugar nenhum
Ficou no po
Uma marca so
Doutro sonho meu
Eu nunca sei bem onde estou
Se estou sozinho
As voltas em lugar nenhum
Eu ja nao sei ir pra casa
Ha-de ser
Sempre assim
Belo principio
Triste fim
Hoje ja e amanha
Amanha foi ontem
As voltas em lugar nenhum
Eu ja so quero e ir pra casa
Eu ja so quero e ir pra casa
Todas as historias que eu sei
Acabam em lugar nenhum
Em solidao da-me a tua mao
O sonho meu
Ha-de ser
Sempre assim
Belo principio
Triste fim
Hoje e ja amanha
Amanha foi ontem
As voltas em lugar nenhum
Eu ja so quero e ir pra casa
Eu ja so quero e ir pra casa
letra: Tim
musica: Xutos & Pontapes
Divagações de
Munita
às
12:54
terça-feira
Capitalismo....
CAPITALISMO IDEAL
Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um boi.
Eles multiplicam-se, e a economia cresce.
Você vende a manada e aposenta-se. Fica rico!
CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e
produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e vende-os para o mundo
inteiro.
CAPITALISMO BRITÂNICO
Você tem duas vacas.
As duas são loucas.
CAPITALISMO HOLANDÊS
Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, em união de facto, não gostam de bois e tudo bem.
CAPITALISMO ALEMÃO
Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário
previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.
CAPITALISMO SUÍÇO
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar as vacas dos outros.
CAPITALISMO ESPANHOL
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
CAPITALISMO BRASILEIRO
Você tem duas vacas.
E reclama porque o rebanho não cresce...
CAPITALISMO HINDU
Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.
CAPITALISMO PORTUGUÊS
Você tem duas vacas.
Foram compradas através do Fundo Social Europeu.
O governo cria O IVVA - Imposto de Valor Vacuum Acrescentado.
Você vende uma vaca para pagar o imposto.
Um fiscal vem e multa-o, porque embora você tenha pago correctamente o IVVA,
o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
O Ministério das Finanças, por meio de dados também presumidos do seu
consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha
200 vacas.
Para se livrar do sarilho, você dá a vaca que resta ao inspector das
finanças para que ele feche os olhos e dê um jeitinho...
Divagações de
Munita
às
15:36
sexta-feira
quarta-feira
"A crise está em crise"
De acordo com os especialistas - e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível - Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.
O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades. "
Divagações de
Munita
às
14:03
terça-feira
Não é por ser Natal que sinto a tua falta... é por já não sentir da mesma forma o Natal... Desde que partiste nunca mais houve "Natal", com "N" maiúsculo... é natal... sim... é natal... As outras ausencias continuam me a afectar, mas não da mesma forma....
Divagações de
Munita
às
13:44
sexta-feira
Divagações de
Munita
às
15:31
segunda-feira
quinta-feira
Sophia de Mello Breyner Andresen

E conhecem o abismo pedra a pedra, anémona a anémona, flor a flor."
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua"
construí com loucura uma grande casa branca
e ao longo das paredes te chorei"
Divagações de
Munita
às
17:03
Das banalidades...
Miguel Sousa Tavares, in "Não te deixarei morrer, David Crockett
Divagações de
Munita
às
16:18
sexta-feira
Err...
Sandra Rosa Madalena
Quero vê-la sorrir
Quero vê-la cantar
Quero ver o seu corpo
Dançar sem parar...(2x)
Ela é bonita
Seus cabelos muito negros
E o seu corpo
Faz meu corpo delirar
O seu olhar desperta em mim
Uma vontade
De enlouquecer
De me perder
De me entregar...
Quando ela dança
Todo mundo se agita
E o povo grita
O seu nome sem parar
É a cigana
Sandra Rosa Madalena
É a mulher
Com quem eu vivo a sonhar...
Quero vê-la sorrir
Quero vê-la cantar
Quero ver o seu corpo
Dançar sem parar...(2x)
Dentro de mim
Mantenho acesa uma chama
Que se inflama
Se ela está perto de mim
Queria ser todas as coisas
Que ela gosta
Queria ser o seu princípio
E ser seu fim...
Quando ela dança
Todo mundo se agita
E o povo grita
O seu nome sem parar
É a cigana
Sandra Rosa Madalena
É a mulher
Com quem eu vivo a sonhar...
Quero vê-la sorrir
Quero vê-la cantar
Quero ver o seu corpo
Dançar sem parar...(7x)
Sidney Magal
Divagações de
Munita
às
17:36
quinta-feira
strange kind of love
A strange kind of love
A strange kind of feeling
Swims through your eyes
And like the doors
To a wide vast dominion
They open to your prize
This is no terror ground
Or place for the rage
No broken hearts
White wash lies
Just a taste for the truth
Perfect taste choice and meaning
A look into your eyes
Blind to the gemstone alone
A smile from a frown circles round
Should he stay or should he go
Let him shout a rage so strong
A rage that knows no right or wrong
And take a little piece of you
There is no middle ground
Or that's how it seems
For us to walk or to take
Instead we tumble down
Either side left or right
To love or to hate
Peter Murphy
Divagações de
Munita
às
14:08







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